Bailes de Abertura da Expoijuí Fenadi

Há 30 anos, é realizado anualmente o Baile de Abertura da Expoijuí Fenadi, considerado o marco de início das atividades para a Feira que se aproxima. O Baile congrega todas as entidades que formam a União das Etnias em uma apresentação especial, com o intuito de mostrar coreografias únicas e novas indumentárias para o público. Para os grupos de danças, este é o momento de finalização dos ensaios e início oficial da Feira, evento aguardado com ansiedade por todos os dançarinos, em que possuem a responsabilidade de representar da melhor forma a sua Etnia, com danças e trajes típicos.

Desde 1987, o Baile tem mostrado a beleza do movimento étnico, e principalmente dos Grupos de Dança que surgiram a partir da motivação de resgatar e preservar a história e as tradições dos países de origem dos imigrantes que colonizaram Ijuí. Desde a sua criação até os dias de hoje, milhares de dançarinos representaram com orgulho as nossas etnias e a Associação Tradicionalista Querência Gaúcha. O evento movimenta atualmente mais de 300 dançarinos, e mais de 600 convidados, além de possuir comissões especialmente formadas a cada ano para a sua coordenação e organização.

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Nesta 28ª edição do Baile estiveram presentes no salão nobre da Sociedade Ginástica de Ijuí cerca de 600 convidados e mais de 230 dançarinos, que prestigiaram a apresentações dos grupos e a banda Balança Brasil. A coordenação geral do evento ficou a cargo da União das Etnias de Ijuí, envolvendo diretamente Ceres de Jesus Avila, Rosinha Casarin, Mateus Homercher de Almeida e Francisco Miron Roloff.

O espetáculo foi aberto com a encenação da figura de Augusto Pestana, que realizou uma saudação as Embaixatrizes, após a abertura as apresentações iniciaram pela etnia Polonesa, representada pelo Grupo Folclórico Polonês Krakus, com a dança "Lachow Limanowa", em seguida a etnia Italiana, representada pelo Grupo Italiano Giovanotti, apresentou "Buongiorni a te", em terceiro lugar a etnia Portuguesa, com o Rancho Folclórico Etnográfico Alma Lusa, apresentou "Saloia", após a etnia Holandesa, com o Grupo de Danças Windmolen apresentou "A Folia no Feno", seguindo, a etnia Alemã, através do Grupo Folclórico Alemão Frohe Junged apresentou "Wart', Berg" e, encerrando o primeiro bloco de apresentações a etnia Leta, com o Grupo de Danças Staburags apresentou "Precinieki". No segundo bloco a etnia Afro, com o Grupo Charme da Liberdade, apresentou "Cultura Africana", após a etnia Árabe, com o Grupo Hayat apresentou "Ma Yhemmak", a Etnia Sueca seguiu as apresentações com o Grupo de Danças Svenska Danser apresentando "Kvarnpolska", a etnia Espanhola, com o Grupo Hijos Del Sol, apresentou "Sangre Flamenco", a Associação Tracionalista Querência Gaúcha com a Invernada Querência Gaúcha apresentou "Poncho Molhado" e encerrando as apresentações a etnia Austríaca, com o Grupo Lustige Tiroler, apresentou "Regiões". 

Foram mais de 600 convidados e 278 dançarinos que fizeram a noite do dia 3 de outubro especial. A 29ª edição do Baile de Abertura da Expoijuí Fenadi encantou a todos os presentes pela beleza e profissionalismo apresentado por cada um dos 12 grupos de dança que coloriram a Sociedade Ginástica de Ijuí. Entre os diferenciais desta edição do "Baile das Etnias" destacou-se a homenagem aos casais presidentes dos Centros Culturais e a interação realizada entre dança e teatro, que foi possível graças ao trabalho realizado pelo grupo de artistas da “Epopeia Ijuhy”, que, abordando a temática dos 125 anos de Ijuí, retratou características de cada etnia através de performances com estátuas vivas e imagens. O Baile teve a coordenação geral de Ceres de Jesus Avila e do casal Presidente da UETI Rosinha e Nelson Casarin, auxiliados pela Comissão de Organização, integrada por Alano Fernandes, João Marcelo Silva, Luís Edvino Hedlund, Mara Sala, Renate Weiller, Rosane Martins e Vantuir Patrick Vione.

Abrindo as apresentações artísticas, a etnia Afro, apresentou “Oxeu”, com o Grupo de Danças Charme da Liberdade, em seguida a etnia Espanhola, com o Grupo Hijos Del Sol, apresentou "Suite Sevilha", por terceiro a etnia Austríaca, com o Grupo Lustige Tiroler dançou uma valsa e em seguida realizou um desafio entre os dançarinos finalizando sua apresentção, seguida pela etnia Italiana, com “Volare”, desenvolvida pelo Grupo Pimpinelli. Prosseguindo, a etnia Árabe apresentou “Jóias do Oriente”, pelo Grupo de Danças Árabes Hayat e em sexto lugar a etnia Holandesa, com o Grupo Windmolen, apresentou "Ammarilletje". As apresentações prosseguiram com a etnia Leta e seu Grupo de Danças Staburags apresentando "Nac ar mani lusteties", após o que a etnia Portuguesa, com o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa apresentou "Fado e Assalto ao Castelo", seguida pela Associação Tradicionalista e sua Invernada Querência Gaúcha apresentando "Gente de todos os cantos". A etnia Sueca, com o Grupo de Danças Sveska Danser, apresentou "Näktergalen" e logo após o Grupo Frohe Junged, da etnia Alemã apresentou "Hausbau und Richtfest". Para encerrar as apresentações tipicas o Grupo Folclórico Polonês Piast apresentou "Lowiczanka e Siederaz".

Encerrando o espetáculo uma performance final foi realizada pelo Grupo Folclórico Polonês Krakus, que fez uma representação de todas as etnias apresentando-se com um figurino diferenciado, que fez referência ao momento atual, ressaltando o fato de que hoje todos são brasileiros, mas que carregam em si o orgulho de ser descendente daqueles que tiveram a coragem de buscar uma nova oportunidade de vida e dar a nós, seus descendentes, o presente e um futuro melhor. Ao som da música Pátria Mãe, e coreografia de Rosane Martins, os dançarinos levaram para a pista uma réplica do Monumento ao Colonizador, onde um ator da equipe Epopeia Ijuhy realizou a técnica de estátua vivia, representando o imigrante retratado no monumento original, construído em comemoração ao centenário de colonização de Ijuí.

Com o tema "Baú de Memórias" o 30º Baile de Abertura da Expoijuí Fenadi, realizado no dia 1º de outubro, no Salão Nobre da Sociedade Ginástica de Ijuí (SOGI) trouxe a lembrança e a homenagem aos pioneiros do movimento étnico e dos Centros Culturais. Com uma encenação inicial realizada pelo grupo Epopeia Ijuhy o cerimonial chamou os homenageados de cada etnia para depositar no Baú (simbolo das memórias guardadas) um objeto da sua entidade. Também houve o convite especial por parte de cada entidade para um dançarino e uma dançarina que estiveram presentes no primeiro Baile de Abertura, os quais tiveram lugar de honra reservado na mesa da diretoria da entidade. Estes dançarinos foram convidados a participarem de uma dança final elaborada especialmente para o encerramento do Baile, e que contou com a música “Marcas da União” composta por Chico Roloff. O Baile teve a coordenação geral de Rosinha Casarin auxiliada pela Comissão Organizadora, integrada por Alano Fernandes, Cíntia Schwingel, Denise Siekierski de Oliveira, Francisco Miron Roloff e Maria Alice Sides.

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O tradicional Baile de Abertura da ExpoIjuí/Fenadi, ocorreu no dia 7 de outubro. Com indumentárias especiais feitas para a feira de 2017, as 11 etnias e a Associação Tradicionalista Querência Gaúcha abrilhantaram o palco com novas coreografias apresentadas ao público presente. O baile contou com a animação da Banda Balança Brasil durante o restante da noite.

O Salão Nobre da Sociedade Ginástica de Ijuí – SOGI – ficou lotado na noite de 6 de outubro, durante o Baile de Abertura da ExpoIjuí Fenadi. O público pôde prestigiar a beleza das 12 etnias e da Associação Tradicionalista Querência Gaúcha que trouxeram novas indumentárias e coreografias feitas especialmente para este momento.

O Grupo Frohe Jugend, da etnia alemã, apresentando a Dança da Vassoura, típica da região da costa do Mar Báltico. Logo em seguida, o Grupo Svenska Danser, da etnia sueca, trouxe os festejos da primavera. A etnia árabe, representada pelo Grupo Hayat, contou a história da dançante Elena, e a beleza oriental que se espalhou pelo mundo.

A história de dois irmãos separados durante um grande conflito com a Rússia, foi contada pelo Grupo Staburags, da etnia leta. Já o Grupo Krakus, da etnia polonesa, que completou 15 anos em janeiro, trouxe uma coreografia da região de Kurpie Zielona, dançada em festas de casamento. Logo em seguida, o grupo Charme da Liberdade, da etnia afro-brasileira, contou através de sua coreografia a história de Ogum, um Orixá conhecido pela sua força e maneira impetuosa perante as injustiças.

Na sequência, o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa, da etnia portuguesa, apresentou uma coreografia da região do Baixo Vouga, litoral de Portugal. A Invernada artística da Associação Tradicionalista Querência Gaúcha, fez uma homenagem a história e legado de Paixão Cortes através da música “Origens”. O Grupo Windmolen, da etnia holandesa, apresentou a coreografia intitulada como Klompendance, que tem como característica principal as batidas dos tamancos de madeira.

Chegando ao fim das apresentações, o Grupo Hijos del Sol, da etnia espanhola, apresentou a dança Sevilhana, uma dança viva e alegre, considerada uma evolução do flamenco. Já a etnia italiana, encantou o público contando uma história de amor por meio da música “O Sole Mio”, apresentada pelos grupos Pimpinelli e Giovanotti com participações especiais. A penúltima apresentação foi da etnia austríaca com o Grupo Lustige Tiroler, que completou 30 anos em setembro. A música trouxe a alegria do folclore, mostrando figuras principalmente da região do Tirol. O grupo ainda fez uma homenagem a seu primeiro coreógrafo Andreas Hamester.

As apresentações artísticas encerraram com a estreia do Grupo Aika, da etnia japonesa. A coreografia apresentou movimentos fortes que refletem o trabalho e a vida dos pescadores no mar, do puxar a rede ao enfrentamento das intempéries, refletindo assim, o espírito de luta do povo japonês. Após as apresentações, o evento contou com a animação da Banda Inovação Arte & Show, vinda de Passo Fundo.

O Baile precede a ExpoIjuí Fenadi, como forma de mostrar a beleza das entidades culturais representadas durante a feira. O espetáculo é esperado durante o ano todo, por todos aqueles que se preparam arduamente para apresentar uma dança inédita a cada ano.

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